Como fazer
Cada tarefa do sistema, em um minuto.
Roteiros curtos, agrupados em trilhas: siga uma na ordem para implantar, ou pegue só o procedimento que você precisa agora. Os mesmos passos guiam você dentro do sistema — peça ao Max "me ajuda a adicionar um dispositivo" e ele destaca na tela onde clicar.
- Roteiros
- 92
- Tempo total
- ≈ 218 min
- Vídeos
- 72/92
Trilha 1
Do zero ao sistema no ar
- 03 vídeo
Preferências e relógio
Logo depois de instalar: dar nome à sede, escolher as unidades de medida e guardar o servidor de horário e o fuso que valem para toda a instalação.
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Instalar o certificado
Trocar o certificado provisório pelo da empresa, ou renovar um que vai vencer.
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Configurar o e-mail
Antes de contar com qualquer aviso por e-mail: é daqui que saem o aviso ao visitado, os relatórios agendados e os códigos de verificação e de recuperação de senha. Sem isto, quando o visitado só tem e-mail, o cadastro do visitante termina num alerta vermelho.
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Ligar o WhatsApp
Quando o sistema precisa avisar o anfitrião que chegou visita e mandar os alertas das regras de automação pelo WhatsApp.
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Varredura da rede
Vários equipamentos novos na rede, todos com a mesma senha de administração: a varredura acha o que está ligado e você cadastra de uma vez, sem digitar IP a IP. Para um equipamento só, ou quando cada um tem senha própria, use o guia Adicionar um dispositivo.
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Adicionar um dispositivo
Câmera, gravador, leitor facial, catraca ou corneta nova na rede.
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Varrer por faixa de IP
Quando você sabe que o equipamento está ligado, mas a Varredura da Rede não o traz. O motivo quase sempre é o mesmo: a descoberta automática usa multicast, e multicast não atravessa roteador. Câmera num prédio vizinho, numa VLAN separada ou atrás de um link — nenhuma aparece sozinha.
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Organizar em áreas
Depois de cadastrar dispositivos, para que câmeras, leitores e canais apareçam agrupados por prédio ou setor no mosaico, no mapa e nos relatórios.
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Chaves de mapa e clima
Na implantação, quando o painel mostra o espaço do clima vazio ou o mapa abre sem rua nenhuma. São duas integrações que o sistema não traz de fábrica porque a chave é da empresa, não nossa — e cada uma se prova de um jeito diferente.
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Árvore de departamentos
Instalação nova, antes de cadastrar a primeira pessoa: o sistema não libera o cadastro nem a importação de pessoas enquanto não existir pelo menos um departamento. Serve também quando a empresa cria um setor novo.
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Célula preta: trocar o codec
Na instalação, antes de entregar o sistema, e sempre que uma câmera nova aparecer preta no mosaico estando online. É a causa número um de 'a câmera não funciona' — e não é a rede, nem o computador, nem o sistema.
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Criar um cronograma
Limitar o acesso a um horário (comercial, turno da noite) e definir o que vale em feriados.
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Sincronizar canais do gravador
Quando alguém instalou câmeras num gravador que já estava cadastrado e elas não aparecem no sistema. E também no caso inverso, mais traiçoeiro: a câmera do canal 3 foi trocada por outra e o sistema continua mostrando o nome da antiga.
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Criar nível de acesso
Definir quais portas um grupo de pessoas pode abrir e em quais horários.
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Criar um usuário
Alguém novo vai operar o sistema — porteiro, supervisor, pessoal da TI — e precisa enxergar só o que o cargo dele pede.
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Configurar o backup
Logo depois de instalar, e sempre que mudar o destino ou a frequência.
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Licença do sistema
Na entrega da instalação, para conferir se chegou o que foi comprado. E sempre que um módulo não aparecer no menu de ninguém — antes de abrir chamado, vale olhar se ele está licenciado.
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Sala de reunião
Ao preparar a integração com Google Calendar ou Microsoft Teams: cada sala que recebe visitante precisa estar marcada aqui, com o e-mail de recurso que a agenda da empresa usa para ela.
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Conectar o Active Directory
Em cliente com Active Directory, na implantação — antes de cadastrar pessoas à mão. Com o AD ligado, o RH continua cadastrando onde já cadastra, e o sistema acompanha.
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Importar contas do AD
Logo depois de conectar o AD, num cliente que já tinha pessoas cadastradas à mão. É aqui que se evita a duplicata: quem já existe é vinculado, não importado de novo.
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Agenda do Google e visitas
Em empresa que marca reunião pelo Google Calendar e recebe visitante para elas. Ligada a agenda, a recepção deixa de digitar quem vem: o convite já traz o nome e o horário.
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Sincronismo inicial do HikCentral
Na implantação de um cliente que já usa o HikCentral Professional e tem o cadastro de pessoas lá. Uma vez, no primeiro dia — antes de criar qualquer departamento à mão.
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Instalar o Motor de Analíticos
Quando o cliente vai usar analíticos de vídeo — intrusão, cruzamento de linha, contagem — e o motor ainda não está no computador. Ele não vem no instalador principal: a maioria das portarias nunca usa, e são cerca de 3 GB.
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Trilha 2
Portaria: o dia inteiro
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Cadastrar pessoa com foto
Colaborador ou prestador novo que vai passar no leitor facial ou na catraca.
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Foto sem usar a webcam
Quando a foto não pode vir da webcam deste computador: ela chegou por e-mail ou WhatsApp, está num arquivo do crachá antigo, ou a pessoa está parada na frente de um leitor facial. Vale igual no cadastro novo e ao abrir a ficha de quem já existe só para trocar a foto.
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Registrar um visitante
Recepção registrando alguém que vai entrar hoje, com foto para o leitor facial.
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Cartões e período da pessoa
Depois do cadastro básico, quando a pessoa precisa realmente passar nas portas. É aqui que se decide com o quê ela entra, por quanto tempo, e com qual carro.
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Criar listas de veículos
Antes do primeiro veículo. A tela avisa: sem lista, não há onde cadastrar carro — e a escolha de quais listas existir é a decisão que define como a portaria trabalha com veículo.
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Cadastrar um veículo
Veículo de colaborador ou prestador que vai entrar pela câmera de leitura de placas.
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Meu perfil e minha senha
No primeiro dia de cada pessoa no sistema, e sempre que o contato dela mudar. É o guia mais curto do acervo e o que mais gente precisa — todo usuário passa por aqui, do porteiro ao administrador.
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Busca rápida
Todo dia, o dia inteiro. É o atalho que separa quem leva cinco segundos para chegar numa tela de quem leva trinta procurando no menu — e num sistema com trinta módulos, essa diferença aparece no fim do turno.
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Rever gravação e exportar
Quando alguém pergunta o que aconteceu — um portão que amanheceu aberto, uma entrega que sumiu, uma discussão no estacionamento. É o pedido mais comum que chega à portaria, e o que mais vezes termina em 'não consegui tirar o vídeo'.
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Sino de notificações
No primeiro dia de quem vai operar. O sino é por onde o sistema chama a pessoa, e quem não sabe ler o que chega ali ou ignora tudo, ou trata tudo como urgência.
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Controles da câmera na tela
No primeiro dia de quem vai operar o monitoramento. São os controles que a pessoa usa cem vezes por plantão, e são os que ninguém descobre sozinho: eles ficam escondidos até o mouse passar por cima da imagem.
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Regras de saída do visitante
Quando a lista de visitantes dentro do prédio não bate com a realidade — gente que foi embora há horas e continua 'ativa'. Quase sempre não é falha de registro: é que ninguém deu baixa, e ninguém vai dar.
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Dar baixa num veículo
Quando um carro saiu e o sistema não viu. Acontece todo dia: a cancela ficou aberta para o carro de trás, choveu na câmera, o carro saiu de ré pela entrada. Enquanto ninguém dá baixa, aquela vaga continua ocupada no sistema e o relatório do dia fica errado.
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Grupos de visitantes
Quando a mesma decisão se repete. A equipe de limpeza que vem toda terça, os entregadores, os prestadores da obra do 12º — cada um desses é um grupo, e grupo existe para a portaria não redecidir o óbvio cinquenta vezes.
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Níveis do visitante
Quando a portaria precisa liberar uma porta para visitante e alguém pensa em criar um nível de acesso 'só para visitantes'. Não crie: este módulo existe justamente para reaproveitar o que já está desenhado em Controle de Acesso.
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Fluxo de aprovação
Quando o totem já está no ar e alguém percebe que o visitante pode escolher qualquer pessoa da empresa como anfitrião — inclusive o diretor, inclusive quem está de férias.
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Trilha 3
Sala de controle
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Ler o radar
É a tela que fica aberta o turno inteiro na sala de controle. Quem senta ali precisa saber ler os cartões em dois segundos — e a diferença entre os tipos muda o que se faz com cada um.
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Pessoa não passa
É a ligação mais comum que a portaria faz. E quase sempre a causa está numa de três listas que o sistema já mantém prontas — a questão é saber que elas existem e em que ordem olhar.
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Operar a central de alarmes
No primeiro dia de quem vai operar. É a tela em que o alarme chega, e quem não sabe operá-la vai fazer uma de duas coisas: tratar tudo às pressas ou desligar o som e parar de olhar.
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Matricular a turma em lote
No começo do ano letivo, e sempre que uma turma muda de sala. É o passo que transforma um cadastro de pessoas numa escola: sem matrícula ativa, o aluno não gera presença e ninguém é avisado quando ele passa na catraca.
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Comandar a porta
Quando alguém precisa entrar e o cadastro não resolve na hora: visitante que chegou antes de ser cadastrado, entregador, morador sem o cartão. E quando a porta precisa ficar liberada por um período — mudança, obra, evento —, que é outro comando e tem outro risco.
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Responsável e aviso por WhatsApp
Na matrícula de cada aluno, e é o passo que faz o módulo valer a pena. Sem ele o sistema registra a presença e não avisa ninguém — o pai continua sem saber se o filho chegou na escola.
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Criar uma regra
Fazer o sistema reagir sozinho a um evento: alarme na central, som, WhatsApp, corneta, porta.
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Testar uma regra
Logo depois de criar ou editar uma regra, antes de contar com ela. E sempre que desconfiar de uma regra que já existe: o teste responde em dois segundos se o caminho até o operador está de pé, sem precisar esperar o evento de verdade acontecer.
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Auto-cadastro do visitante
Quando a recepção não dá conta de digitar o cadastro de cada visitante, ou quando não há recepção. O visitante preenche os próprios dados no tablet da entrada ou no celular dele, antes de chegar.
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Layout do crachá
Na implantação, junto com a impressora da portaria, e sempre que a empresa mudar a marca. O crachá é a única coisa do sistema que o visitante leva na roupa — e a primeira que alguém repara quando está feia.
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Criar a instituição
Na implantação de uma escola, uma vez por unidade. Cada instituição vira um painel próprio, com os seus alunos e as suas salas.
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Criar o pátio
Uma vez por pátio, na implantação. Depois disso o módulo trabalha sozinho: as câmeras leem as placas na entrada e na saída, e a ocupação se mantém sem ninguém anotar nada.
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Pátio em 3D ou 2D
Na tela da portaria ou da central, quando o operador quer enxergar o pátio de relance em vez de ler números. E em computador fraco, para trocar pela planta 2D, que faz o mesmo trabalho sem usar a placa de vídeo.
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Executar a ronda
Toda vez que o vigilante faz a patrulha pela tela — na hora marcada pelo agendamento, ou quando decide iniciar por conta própria. É o lado de quem executa; o roteiro foi desenhado antes pelo gestor.
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Radar no monitor de parede
Quando a central quer o radar sempre à vista numa TV ou monitor dedicado, sem ninguém clicando nele — e o computador da mesa livre para o resto do trabalho.
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Biblioteca de áudio
Quando um aviso se repete — fechamento do estacionamento, abertura dos portões, instrução de evacuação — e não faz sentido digitar ou falar de novo cada vez. O que está na biblioteca toca em qualquer corneta ou entra num agendamento.
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Clone de placa
Quando o painel acusa um alerta de clone — e antes de qualquer pessoa agir sobre ele. O alerta é uma hipótese; o dossiê é onde ela vira certeza ou é descartada.
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Investigar um caso
Quando a pergunta não cabe num filtro: alguém viu 'um carro branco pequeno rondando ontem de tarde', e você não tem placa, nem câmera certa, nem horário exato.
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Comboios e rotina
Na revisão do dia ou da semana, para ver padrões que ninguém procurou: quem anda junto, quem passa sempre na mesma hora, e quem apareceu uma vez e nunca mais.
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Trilha 4
Quem cuida do sistema
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Políticas de senha e sessão
Na entrega da instalação, e sempre que a empresa apertar as regras de senha. É a tela que aplica a mesma política a um cargo inteiro de uma vez, em vez de usuário por usuário.
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Executar e restaurar backup
Antes de qualquer mexida grande — atualizar o sistema, trocar de servidor, mexer no banco. E uma vez por mês, sem motivo nenhum, só para conferir que o backup que você acha que está rodando está mesmo rodando.
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Saúde do servidor
Uma vez por semana, e sempre que alguém disser que 'o sistema está lento'. É a tela que responde se o problema é o servidor, um equipamento ou a rede — antes de sair reiniciando coisa.
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Pessoa vira usuário
Quando alguém que já passa na catraca precisa também ENTRAR no sistema — o síndico que quer ver as câmeras, o supervisor que vai tratar alarmes, o RH que vai cadastrar gente. Antes, era cadastrar a mesma pessoa duas vezes.
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Retenção de dados
Na entrega da instalação, junto com o backup — e de novo quando o disco começar a encher. É a tela que decide o que o sistema joga fora sozinho, e ela nasce desligada: sem passar por aqui, nada expira nunca.
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Verificar integridade
Toda semana, e obrigatoriamente depois de qualquer mexida em rede ou energia. É a única tela que confere se as câmeras estão realmente GRAVANDO — o mosaico mostra imagem ao vivo e não diz nada sobre gravação.
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Reinício programado
Quando um equipamento específico precisa ser reiniciado de tempos em tempos para continuar estável — leitor que trava depois de semanas ligado, câmera que perde o fluxo. É remendo confessado: a causa continua lá, mas o cliente para de ligar às sete da manhã.
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Histórico de logs
Quando alguma coisa parou de funcionar e ninguém sabe desde quando. Esta tela é a memória do sistema sobre si mesmo — e ela registra coisas que ninguém pediu para ela vigiar.
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Historico de falhas
Quando alguém diz 'essa câmera vive caindo' e você precisa saber se é verdade. A tela mostra o estado de AGORA; o histórico mostra o padrão — se caiu uma vez na madrugada ou catorze vezes hoje. É a diferença entre trocar o equipamento e trocar o cabo.
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Feriados e escalas
Na implantação, e uma vez por ano. O calendário daqui é o que os cronogramas de acesso consultam para saber que hoje é feriado — sem ele, a escala de feriado nunca entra em vigor e o prédio funciona como se fosse terça-feira comum.
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Cofre de armazenamento
Quando alguém pergunta o que acontece se levarem o computador do servidor. Sem o cofre, as fotos de pessoas e visitantes são arquivos comuns no disco: qualquer um que abra a pasta vê todas. Com ele, viram blocos cifrados que só este servidor sabe ler.
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Rede e portas
Quando o sistema vai ser alcançado de fora — aplicativo no celular fora do prédio, acesso remoto de outra unidade — e alguém precisa dizer ao roteador para onde mandar. E quando a porta padrão conflita com outra coisa já instalada no servidor.
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Assistente de NAT
Quando alguém precisa ver as câmeras de fora da rede do prédio e a instalação vai usar encaminhamento de portas no roteador. O assistente poupa a parte chata e a parte que erra: escolher uma porta externa diferente para cada câmera e para cada serviço, sem colidir.
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Privacidade e LGPD
Na implantação, junto com quem responde pela LGPD no cliente. E sempre que alguém pedir uma planilha de pessoas: é aqui que se decide se foto, documento e biometria podem sair do sistema.
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Trilha 5
Sala de controle
- 01só texto
Montar o mosaico
Todo dia, na abertura do turno. E sempre que a operação mudar de foco — obra numa ala, evento no estacionamento, ocorrência num setor.
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Criar a parede
Na montagem da sala de controle, uma vez por telão. Depois disso, o dia a dia é trocar o que aparece nas telas — e isso é outro guia.
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Cadastrar a corneta
Uma vez por corneta, na implantação. É o passo que falta quando alguém diz que instalou o alto-falante e a tela do módulo continua vazia.
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Falar por texto
Quando é preciso avisar o prédio e não dá para falar ao microfone: de madrugada, num ambiente barulhento, ou quando quem opera não quer a própria voz no ar. Também serve para o aviso que se repete — evacuação de simulado, fechamento do estacionamento, chamada de visitante — em que a frase tem que sair igual todas as vezes.
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Criar roteiro de ronda
Quando a vigilância física não cobre tudo, ou quando o cliente precisa PROVAR que a ronda aconteceu. É o módulo que transforma patrulha em registro auditável.
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Configuracoes do monitoramento
Quando o operador diz que o vídeo trava, atrasa ou fica preto com muitas câmeras abertas. Quase sempre a resposta está aqui, e não na rede nem na câmera.
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Filtrar o mapa
Quando o mapa vira uma mancha de ícones e ninguém enxerga nada, ou quando o pop-up de evento não para de aparecer no meio de outra tarefa. São dois problemas diferentes, e o mesmo painel resolve os dois.
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Camadas e régua do mapa
Quando alguém pergunta 'quanto dá daqui até lá' e a resposta vira uma discussão, ou quando o mapa padrão não mostra o que você precisa enxergar — o telhado do galpão, o relevo do terreno, por onde passa o ônibus.
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Criar planta baixa
Quando o mapa da cidade não responde à pergunta do dia a dia. Numa portaria de prédio ninguém quer saber em que quarteirão a câmera está — quer saber se é no terceiro andar, perto do elevador. É para isso que serve a planta.
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Habilitar câmera na Muralha
Quando o cliente decide colaborar com a segurança pública de São Paulo. A decisão não é do sistema: é dele, e é por câmera.
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Trilha 6
Investigação e inteligência
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Escolher a busca certa
Sempre que alguém pergunta 'quem passou aqui ontem', 'esse carro já esteve aqui' ou 'quem mexeu nessa configuração'. O erro que custa tempo não é procurar errado — é procurar na busca errada.
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Perguntar em português
Quando a pergunta não vira filtro. 'Carro branco ontem' e 'pessoas com máscara perto da portaria' não se traduzem em campo nenhum da Pesquisa — e é exatamente esse o buraco que este módulo preenche.
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Max IA no painel
Quando a pergunta é vaga demais para virar filtro. 'Teve movimento estranho ontem à noite?' não se traduz em campo nenhum da Pesquisa — e é exatamente o tipo de coisa que o Max lê no histórico e resume.
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Criar lista de alvos
Quando a operação precisa que a câmera avise sobre alguém específico — o cliente VIP que chega, a pessoa com medida protetiva, o ex-funcionário que não deve entrar. A lista é o começo de tudo isso.
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Ajustar o motor de veículos
Na primeira semana do módulo, e sempre que ele começar a gritar demais ou de menos. Os padrões vêm de fábrica e não conhecem a distância entre as suas câmeras — e é a distância que decide quase tudo aqui.
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Convivência e desvio
Quando uma investigação precisa de contexto que evento isolado não dá — quem estava junto, o que fugiu do normal. E, antes disso, quando alguém na organização precisa entender o que este módulo responde e o que ele não prova.
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Escolher o analítico
Antes de comprar GPU e antes de prometer qualquer coisa ao cliente. São dezessete analíticos, e a pergunta certa não é 'o sistema faz isso?', é 'qual deles faz, e o que ele exige para funcionar'.
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Criar relatório programado
Quando alguém pede o mesmo número toda semana. Relatório programado existe para tirar da sua rotina a tarefa de abrir o sistema, filtrar, exportar e anexar num e-mail — o sistema faz isso no horário e manda.
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Entender a federação
Quando duas ou mais cidades querem que o alvo de uma seja reconhecido pelas câmeras da outra. É o módulo que responde 'o carro que fugiu daqui apareceu na cidade vizinha' — e é o que mais exige combinação prévia entre humanos.
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Criar o primeiro painel
Quando alguém pede 'um relatório' e o que quer mesmo é olhar um número de vez em quando. Relatório chega por e-mail no horário; painel fica na tela e responde quando você pergunta.
Ver passo a passo →
Nenhum procedimento com esse termo. Pergunte ao Max — ele responde sobre qualquer tela.
Não achou a tarefa?
O Manual do Sistema cobre cada tela e cada configuração; o Max responde sobre qualquer uma delas.