Passo 10
Montar o roteiro da ronda por câmeras
Quando a vigilância física não cobre tudo, ou quando o cliente precisa PROVAR que a ronda aconteceu. É o módulo que transforma patrulha em registro auditável.
Antes de começar
- O caminho que a ronda deve percorrer, na ordem — pense como se fosse a pé: portaria, garagem, fundos, perímetro
- Quanto tempo alguém precisa olhar cada ponto para ver alguma coisa. Cinco segundos não é ronda, é clique
- Se a ronda tem hora marcada ou roda quando o vigilante decide
Passo a passo
- 01
Comece um roteiro de ronda. O roteiro é o caminho que o vigilante vai percorrer pela tela, e criá-lo é trabalho de gestor: quem executa trabalha na aba de execução.
- 02
Dê um nome ao roteiro. Numa operação com mais de um, o nome é o que o vigilante lê antes de começar — Perímetro Noturno diz mais que Ronda 2.
Perímetro Noturno - 03
Adicione as câmeras na ordem em que devem ser observadas. Essa ordem é o caminho: o vigilante não escolhe por onde começar, ele segue o que você desenhou — e é isso que torna duas rondas comparáveis entre si.
- 04
A ORDEM é o roteiro. As câmeras são percorridas na sequência em que entram aqui, e é ela que o vigilante vai seguir — vale pensar no caminho de verdade do prédio, e não na ordem alfabética da lista.
- 05
Sem agendamento, o roteiro só roda quando o vigilante inicia na mão. Com regra de horário, ele cobra sozinho — e é daí que sai a prova de que a ronda das três da manhã aconteceu.
- 06
Crie o roteiro. Ele passa a aparecer na aba de execução, pronto para o vigilante iniciar — e cada execução fica registrada no histórico, com quem fez, quando e quanto tempo levou em cada ponto.
Vídeo em produção
Narrado pelo Max, com legenda. Enquanto isso, o passo a passo ao lado é o mesmo do vídeo.
Como conferir
O roteiro aparece na lista e na aba de execução. A prova real é executá-lo uma vez do começo ao fim e abrir o histórico: se ele mostra os pontos na ordem, o tempo gasto em cada um e o resultado da verificação anti-fraude, o módulo está cumprindo o que promete — que é gerar prova, não só lembrete.
Se der errado
- O vigilante diz que fez a ronda e o histórico está vazio
- Ronda iniciada e abandonada no meio não vira registro completo. O histórico mostra até onde foi — e é exatamente essa a informação que a supervisão precisa.
- A verificação anti-fraude atrapalha demais
- Ela existe para impedir deixar a ronda rodando sozinha e ir embora. Se está atrapalhando a ponto de o vigilante desistir, o problema costuma ser o tempo de observação alto demais, não a verificação.
- Uma câmera do roteiro está offline na hora da ronda
- O ponto aparece sem imagem e isso fica registrado. É informação, não falha: a ronda documenta que aquele ponto não pôde ser observado, e alguém precisa saber disso.
- Quero mudar a ordem depois de criar
- Dá para editar o roteiro. Mas mudar a ordem no meio de uma operação em curso atrapalha o hábito de quem executa — o ideal é acertar a sequência antes de colocar em uso.
- A ronda agendada não rodou
- Ela não roda sozinha: o agendamento COBRA a ronda no horário, alguém precisa executá-la. É por isso que a ausência aparece no histórico — a falta é o registro.