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AVYD Central

Passo 12

A câmera está online e a tela fica preta: trocar o sub stream para H.264

Na instalação, antes de entregar o sistema, e sempre que uma câmera nova aparecer preta no mosaico estando online. É a causa número um de 'a câmera não funciona' — e não é a rede, nem o computador, nem o sistema.

cerca de 205 sTela: /dispositivosDispositivos

Antes de começar

  • Saber qual gravador ou câmera está com problema
  • Que ele esteja online: o diálogo conversa com o equipamento na hora, não lê cache
  • A senha do equipamento já cadastrada e correta — sem ela a leitura falha

Passo a passo

  1. 01

    Em Dispositivos, clique em Preparar para visualização. Repare que ele fica aqui, e não no monitoramento: isso é conserto de equipamento, não de tela.

  2. 02

    Antes de escolher, leia o texto do diálogo, porque ele explica a causa inteira. O navegador não reproduz H.265 — nem por WebRTC, nem por MSE. Câmera nesse codec nunca aparece no mosaico, por mais rápida que seja a rede ou potente a placa de vídeo. Escolha agora o gravador ou a câmera.

    A lista tem a própria fonte, independente do que você selecionou na tabela — marcar a linha antes não adianta.

  3. 03

    Escolher já dispara a leitura: não existe botão de ler. O sistema pergunta ao equipamento, canal por canal, em que codec cada fluxo está. O resumo responde de uma vez: quantos exibem hoje, quantos não exibem e por qual codec, e quantos nem têm sub stream.

    Se vier a faixa âmbar dizendo que não deu para ler o equipamento, ele está fora do ar ou a senha cadastrada está errada — e aí o problema é outro, anterior a este.

  4. 04

    Abaixo, canal a canal, com as duas linhas que importam: Sub e Principal, cada uma com codec, resolução e taxa. O badge verde é o que o navegador toca; o vermelho é o que nunca vai aparecer. Canal sem sub stream nenhum aparece apagado e não deixa marcar — nesse caso não há o que converter, é preciso criar o fluxo secundário na interface do fabricante.

    Repare que as caixinhas dos canais travados já vêm marcadas. O sistema marcou sozinho exatamente os que o navegador não toca, para você não precisar conferir um por um.

  5. 05

    Esta opção, desligada por padrão, também reduz o sub stream grande para setecentos e quatro pontos de largura. Faz sentido pelo propósito do fluxo secundário: ele serve para caber muita câmera na tela, e numa célula de mosaico quatro por quatro nada acima disso aparece mesmo. A proporção é mantida.

    Se a mesma câmera também é usada sozinha em tela cheia, deixe desligado: para isso o sistema sobe para o principal automaticamente, mas o secundário grande ainda ajuda na transição.

  6. 06

    Com os canais marcados, é aqui que se resolve: Converter. Este botão escreve no equipamento — ele reconfigura o gravador, não o sistema. Não clico nele neste vídeo, porque o gravador é de verdade e a mudança vale para quem estiver assistindo às câmeras agora. E uma coisa importante, que está escrita no próprio diálogo: o stream principal não é tocado. É ele que grava, e H.265 na gravação é justamente o que economiza disco. A troca é só no fluxo secundário.

    Neste vídeo ele não é clicado, porque o equipamento é real. Na sua instalação pode clicar sem receio: H.264 no fluxo secundário é o denominador comum — tudo que exibe vídeo toca H.264, e é por isso que essa é a tela que resolve a célula preta. O que você troca é a economia de banda que o H.265 daria a quem consegue decodificá-lo; e o stream principal, que é o que grava, continua em H.265 de qualquer forma.

  7. 07

    Conferir relê o equipamento e mostra o estado real, não o que o sistema tentou fazer. É o botão que você usa depois de converter: os selos vermelhos viram verdes nos canais que aceitaram, e seguem vermelhos nos que recusaram. Como eu não converti, aqui ele confirma o mesmo diagnóstico — e é assim que você descobre um canal que diz sim e não muda.

    A conversão já relê sozinha no fim; este botão serve para quando alguém mexeu no equipamento por fora.

  8. 08

    Feche e volte ao monitoramento. Uma coisa que confunde: as câmeras que já estavam abertas continuam com o fluxo antigo. Feche e reabra cada uma para ver o efeito — a conexão precisa nascer de novo.

Como conferir

Abra o Videomonitoramento e reabra as câmeras que estavam pretas. Elas aparecem, e o aviso amarelo de principal em H.265 some da célula. Se quiser conferir sem sair da tela de Dispositivos, o próprio Conferir de novo mostra o codec que está no equipamento agora. E vale voltar aqui depois de qualquer troca de equipamento ou reset de fábrica: a câmera volta ao padrão dela, que é H.265.

Se der errado
Converti e a câmera continua preta
Feche e reabra a câmera no monitoramento: a conexão que já estava aberta continua com o fluxo antigo até nascer de novo. Se ainda assim ficar preta, use Conferir de novo — se o codec ali já está H.264, o problema deixou de ser codec e passou a ser rede ou sessão do gravador.
O canal aparece apagado e não deixo marcar
Esse canal não tem sub stream nenhum, e não existe o que converter. É preciso criar o fluxo secundário na interface do próprio equipamento, pelo endereço dele — o ícone do globo na linha do dispositivo abre essa interface.
Diz que não deu para ler o equipamento
O diálogo conversa com o equipamento na hora. Ou ele está fora do ar, ou o usuário e a senha cadastrados não são mais os dele. Confira o status na tabela e, se estiver online, abra a edição do dispositivo e revise a credencial.
Alguns canais aceitaram e outros não
O aviso ao lado de cada canal traz o motivo daquele canal. Os mais comuns: o canal está gravando naquele instante e o gravador recusa a mudança, ou é um canal de câmera de outra marca ligada no NVR, que não aceita o comando. Tente de novo mais tarde para os que recusaram.
Preciso voltar para H.265
Esta tela só converte num sentido. Para voltar, use a interface do próprio equipamento, pelo endereço dele. Vale lembrar: voltar o sub stream para H.265 faz a câmera sumir do mosaico de novo.
A imagem ficou pior depois de converter
Você está vendo o fluxo secundário, que é mais leve de propósito. No monitoramento, o botão de qualidade na própria célula promove aquela câmera para o principal, e o duplo clique na célula faz isso sozinho. A gravação não mudou: ela sempre usou o principal.
Converter para H.264 atrapalha quem assiste por outro caminho?
Não atrapalha. H.264 é o formato que todo mundo toca — é justamente por isso que ele é o alvo da conversão. Um cliente capaz de H.265 continua funcionando com H.264; ele só deixa de aproveitar a economia de banda que o H.265 traria. Quem não é capaz, como o painel no navegador, passa a funcionar. A conta pende toda para o mesmo lado. E o stream principal não é tocado: a gravação continua em H.265, que é onde a economia de disco realmente pesa.