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AVYD Central

Passo 12

Parar de dar baixa na mão: regras de saída e padrões do visitante

Quando a lista de visitantes dentro do prédio não bate com a realidade — gente que foi embora há horas e continua 'ativa'. Quase sempre não é falha de registro: é que ninguém deu baixa, e ninguém vai dar.

cerca de 170 sTela: /visitantesVisitantes

Antes de começar

  • Quais leitores ficam no caminho de quem sai. Catraca de saída, porta do estacionamento, torniquete do hall — é a passagem por eles que o sistema vai ler como fim da visita
  • A que horas o prédio fecha. É esse horário que encerra as visitas que ninguém fechou
  • Quem responde ao WhatsApp de aprovação, e em quanto tempo. O prazo que você puser aqui é quanto o visitante fica esperando na recepção antes de o sistema desistir de esperar

Passo a passo

  1. 01

    Abra as regras de saída. Tudo nesta aba serve a uma coisa só: tirar da portaria o trabalho de encerrar visita, porque encerrar visita é exatamente o que ninguém lembra de fazer.

  2. 02

    O primeiro caminho é o leitor. Escolha os equipamentos que ficam na saída: quando o visitante passa por um deles, a visita é encerrada sozinha, com hora registrada.

    Marcar leitor aqui não configura nada no equipamento. É o sistema passando a interpretar aquela leitura como saída — e por isso marcar um leitor de ENTRADA por engano encerra a visita na hora em que a pessoa chega.

  3. 03

    O segundo caminho é o relógio, e ele existe porque o primeiro não pega todo mundo: gente sai por onde não tem leitor, sai junto com um grupo, sai pela garagem. Ligue o encerramento por horário e nenhuma visita atravessa a noite aberta.

    É a rede de segurança do módulo. Sem ela, a lista de quem está dentro cresce todo dia e em uma semana não vale mais nada — e é aí que a portaria para de olhar para ela.

  4. 04

    Ponha o horário em que o prédio fecha, não o do fim do expediente. Toda visita ainda ativa naquele momento é encerrada, e o registro fica marcado como encerramento automático — o que separa isso de uma saída lida pela câmera, na hora de auditar.

    20:00
  5. 05

    Este é outro assunto: o prazo do anfitrião. Quando o visitante se cadastra sozinho no totem, o sistema manda WhatsApp para quem ele veio visitar e espera. Este número é quanto tempo espera antes de desistir.

    Prazo curto demais transborda visita legítima para a portaria o dia inteiro. Longo demais deixa gente parada na recepção sem ninguém saber por quê. Dez minutos costuma ser o ponto em que o anfitrião ainda vê a mensagem.

    10
  6. 06

    Passado o prazo, a visita vira transbordo e cai na portaria. Este interruptor decide quem pode decidir antes disso. Desligado, que é o padrão, quem responder primeiro vale — anfitrião pelo WhatsApp ou recepção pelo painel.

    Ligado, dentro do prazo só o anfitrião decide, e o botão da recepção só acende depois do transbordo. Faz sentido onde a decisão é do morador por princípio, num condomínio; atrapalha onde a recepção precisa resolver rápido.

  7. 07

    Os dois últimos campos são o que o visitante recebe automaticamente ao ser aprovado: um grupo e um nível de acesso. Sem eles, cada aprovação exige alguém escolher a mão por onde aquela pessoa pode passar.

    É a diferença entre aprovar em um clique e aprovar em cinco. E é também a diferença entre um padrão pensado uma vez e uma escolha apressada repetida cinquenta vezes por dia.

  8. 08

    No nível de acesso padrão, escolha o mais restrito que ainda serve — o que abre só o hall e o elevador social, por exemplo. Visitante que precisa de mais recebe mais, caso a caso; o padrão não é o lugar de ser generoso.

    Deixar em nenhum é uma escolha legítima em operação pequena, onde toda visita é decidida individualmente. Em operação grande, é o que faz a portaria inventar o próprio padrão, cada turno o seu.

  9. 09

    Guarde as regras. Elas passam a valer para as próximas visitas — as que já estão ativas seguem com o que tinham quando foram criadas.

Como conferir

A prova do encerramento por leitor é uma visita de teste: crie, passe no leitor de saída e veja a visita sair da lista de ativas com hora registrada. A do horário é mais lenta e mais importante — no dia seguinte, a lista de quem está dentro tem de começar vazia. Se ela amanhece com gente da véspera, a regra não está pegando, e o motivo costuma ser que ela foi salva depois de as visitas serem criadas.

Se der errado
A visita não encerrou quando a pessoa passou no leitor
Confira se aquele leitor está na lista de saída — e se a passagem foi mesmo registrada, olhando o histórico de acessos. Leitor que não marcou a passagem não tem como encerrar nada.
A visita encerrou na hora em que a pessoa chegou
Um leitor de entrada foi marcado como de saída. A lista não distingue: ela obedece ao que você escolheu.
Liguei o encerramento por horário e as visitas de hoje continuam abertas
A regra vale a partir de quando foi salva. Visita criada antes disso segue com o que tinha — a partir de amanhã o comportamento é o novo.
O visitante fica esperando e ninguém aprova
É o prazo do anfitrião correndo. Passado ele, a visita vira transbordo e aparece na portaria para decisão humana. Se isso acontece sempre, o prazo está longo demais, ou o anfitrião cadastrado não é quem realmente atende.
A recepção não consegue aprovar mesmo com o visitante na frente dela
O interruptor de reservar a decisão ao WhatsApp está ligado, e a visita ainda está dentro do prazo. É o comportamento pedido, não um defeito — o botão acende quando o prazo vence.
O visitante foi aprovado e mesmo assim não passa na catraca
O nível de acesso padrão está vazio, ou é um nível que não inclui aquela porta. Aprovar concede o que o padrão manda; se o padrão não manda nada, a pessoa entra no sistema e não abre porta nenhuma.